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Allez, allez, Sporting allez [3]

por Paulo Gorjão, em 31.08.13
Duas partes do jogo totalmente distintas, com um resultado final que acaba por se aceitar. Na sequência do excelente início de época, com o empate alguns sportinguistas terão ficado com um travo amargo na boca, o que na verdade não se justifica. Não sendo um resultado excelente, o empate com o Benfica não deixa de ser positivo. Mais importante, a equipa, sobretudo na primeira parte, teve momentos de futebol de grande qualidade. Há muito tempo que não se via o Sporting ter períodos de jogo assim. Allez, allez, Sporting allez...

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publicado às 23:28

Vendedor de banha da cobra

por Paulo Gorjão, em 31.08.13
António José Seguro prometer reverter a enésima medida potencial do Governo. O que o líder do PS nunca esclarece, aliás de forma pouco séria para um eventual primeiro-ministro, é como compensaria a despesa que não corta. O líder do PS deve ter uma máquina de fazer dinheiro no quintal, de certeza absoluta.

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publicado às 14:44

Vamos lançar piropos ao BE?

por Paulo Gorjão, em 31.08.13
Nada como discutir os verdadeiros problemas nacionais. Um grande obrigado ao Bloco.

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publicado às 10:00

Em destaque [21]

por Paulo Gorjão, em 31.08.13
Kaiser Chiefs, Employment

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publicado às 00:01

A fusão

por Paulo Gorjão, em 30.08.13
Confirmou-se. Rodrigo Costa foi preterido, como era previsível.

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publicado às 17:19

Em destaque [20]

por Paulo Gorjão, em 30.08.13
Jesse Norman, Edmund Burke: Philosopher, Politician, Prophet (William Collins, 2013).

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publicado às 11:48

A tirania das audiências

por Paulo Gorjão, em 30.08.13
Se Alberto da Ponte quer tanto aumentar as audiências da RTP sugiro que coloque Manuela Moura Guedes no lugar de Cristina Esteves a entrevistar José Sócrates todas as semanas.
Duh...

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publicado às 10:04

Quem pediu uma teoria da conspiração?

por Paulo Gorjão, em 30.08.13
As saudades que eu já tinha de uma teoria da conspiração. O "Governo fez de propósito para desencadear mais uma decisão de inconstitucionalidade", com o intuito de "criar uma inibição do TC em relação a leis muito mais importantes que vêm aí, como a lei da redução das pensões do sector público".
Muito bem. Até iria mais longe: a decisão de alargar o horário de trabalho no Estado para as 40 horas seguiu a mesma lógica, só que nesse caso o Presidente da República não alinhou com o Governo. Oops. Esperem lá. Aníbal Cavaco Silva foi -- e continua a ser -- parte activa na teia maligna urdida pelo Governo? Ele cooperou com o Governo -- num caso, mas não no outro (não liguem a esta inconsistência, a teoria é boa na mesma) -- com o objectivo de criar uma inibição do Tribunal Constitucional?

P.S. -- Interessante a tese da inibição. Não sei se os membros do TC -- que não são pressionáveis -- admitem que poderão ser inibidos, mas isso fica para uma outra altura. Aquilo que agora queria destacar é o seguinte: o legislador tudo fez para criar um modelo que salvaguardasse os elementos do TC de pressões e inibições, mas descuidadamente não se lembrou da possibilidade de poderem vir a existir situações de "inconstitucionalidades propositadas". Meus amigos, abrem-se aqui novas avenidas para a reflexão jurídica.

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publicado às 08:14

Linchamentos morais

por Paulo Gorjão, em 30.08.13
A propósito de António Borges, por Luís Aguiar-Conraria.

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publicado às 00:49

Se ele o diz... [2]

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
Segundo Cunha Vaz, Pedro Lomba foi recrutado porque escrevia nuns blogues e dizia mal do Governo. Isto é uma imensa maldade. Ele nunca disse mal do Governo. Mais. Ainda antes de Pedro Passos Coelho ter conquistado a liderança do PSD, nos primórdios portanto, Pedro Lomba defendeu por diversas vezes as qualidades pessoais e políticas do actual primeiro-ministro. De outro modo, em nome da coerência (e não é caso único), é óbvio que não aceitaria integrar um Governo liderado por alguém de quem discordava, ou sobre quem não tinha boa impressão pessoal e política.

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publicado às 21:41

Chumbou...

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
...e, tanto quanto percebo, chumbou bem.

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publicado às 20:01

Placa giratória

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
Sem colocar em causa a idoneidade e a integridade da nova secretária de Estado, que isso fique muito claro, confesso que me faz um pouco de confusão esta recorrente placa giratória, governo após governo, entre o Ministério das Finanças (e organismos sob a sua tutela), os bancos e o Banco de Portugal. Como se não houvesse pessoas qualificadas para exercer funções políticas no domínio das finanças fora desse triângulo. O problema é tanto mais preocupante porque o país é pequenino. Mas, enfim, devo ser eu que estou a ver mal a coisa.

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publicado às 15:51

Se ele o diz... [1]

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
...quem sou eu para contestar...

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publicado às 10:13

Influências políticas

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
A entrevista de Daniel Proença de Carvalho, como não poderia deixar de ser, chamou-me a atenção. Subscrevo as notas oportunas de Tavares Moreira.

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publicado às 08:07

António Patriota

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
Francisco Seixas da Costa mantém um dos espaços mais interessantes da blogosfera portuguesa. Ciclicamente conta pequenas histórias, algumas vividas por si, outras por terceiros, que são de leitura obrigatória. Como esta sobre António Patriota, por exemplo.

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publicado às 00:46

Em destaque [19]

por Paulo Gorjão, em 29.08.13
Alabama Shakes, Boys & Girls

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publicado às 00:16

No reino da fantasia

por Paulo Gorjão, em 28.08.13
Um conjunto de deputados do PS quer saber o que pensa fazer o Governo quanto ao que está a acontecer na Síria. Poderia ter-lhes dado para pior, eventualmente para solicitar um esclarecimento sobre uma matéria que tivesse alguma utilidade. Bem sei, bem sei, estou a colocar a fasquia num patamar elevado. Na verdade, bem vistas as coisas, não invejo a posição de António José Seguro. Aquilo que ele tem de aturar.
Pedro Passos Coelho, enfim, entre diversas questões sobre o orçamento que lhe foram colocadas à margem de uma visita à ANPC, acabou por dizer umas palavras de circunstância, porventura menos redondas do que pretenderia, mas ainda assim suficientemente vagas para permitir a elasticidade que for necessária. O primeiro-ministro, que pouco ou nada se pronunciou sobre política externa nos últimos dois anos, parece um peixe fora de água a falar da Síria -- aliás, um assunto sobre o qual Portugal tem muito a dizer e é escutado com muita atenção.
Entretanto passou mais um dia. Com um pouco de sorte, talvez amanhã possamos abordar um conjunto de questões sobre Marte que requerem a atenção urgente dos deputados do PS, bem como do Governo. Olé.

P.S. (1) -- Palavras de circunstância menos redondas do que desejaria porque quando afirma que Portugal privilegia o multilateralismo percebe-se, imagino que sem querer, algum desconforto na ausência de uma resolução do Conselho de Segurança.
P.S. (2) -- A última vez que me lembro de ter escutado Passos Coelho abordar um tema de política externa portuguesa foi em Paris, sobre o Mali, na altura assumindo uma posição a meu ver totalmente errada.

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publicado às 00:20

Sem mandato do Conselho de Segurança?

por Paulo Gorjão, em 27.08.13
Não é claro, para mim pelo menos, se os EUA estão preparados para intervir militarmente na Síria sem uma resolução do Conselho de Segurança. Espero que não, pelo menos por agora. Não há nada de novo na actual situação no que se refere às tensões no Conselho de Segurança. Já estivemos em situações semelhantes no passado recente -- a 'novidade' (e que novidade) é a utilização de armas químicas. Mas importa lembrar que no passado um exercício semelhante na sua componente de política internacional e de diplomacia não correu bem. É certo que os alinhamentos diferem do que aconteceu com a deposição de Saddam Hussein, por exemplo, mas a oposição russa não deve ser encarada levianamente.
Não é para mim claro que os EUA esgotaram todos os instrumentos diplomáticos e políticos junto da Rússia, o aliado central do regime sírio. Goste-se ou não, passar por cima de Moscovo não me parece prudente, isto apesar das atrocidades que o regime sírio tem vindo a cometer.
Em suma, parece-me ser um acto de elementar sensatez procurar por todos os meios a legitimação junto do Conselho de Segurança de uma intervenção militar na Síria. Caso contrário, iremos abrir uma vez mais a Caixa de Pandora.

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publicado às 19:37

Pim, pam, pum

por Paulo Gorjão, em 26.08.13
Não contactar previamente a Presidência da República. Afinal, ninguém quer correr o risco de ficar sem notícia. Porém, uma vez contactada a Presidência, ou tendo sido contactados pela Presidência, impõe-se que se prolongue a polémica até onde for possível. Assim se preenche mais um dia noticioso. Amanhã logo se vê o que é que se arranja. Arranja-se sempre qualquer coisa quando se faz grande jornalismo de investigação.

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publicado às 21:43

Conversa da treta [2]

por Paulo Gorjão, em 26.08.13
" A Internet foi, como já se disse, o veículo escolhido para todo o tipo de insultos e festejos. Até podemos aceitar que esta plataforma se torne uma espécie de mesa de café dos tempos modernos. A forma livre e desabrida como se fala na Internet é normal, é natural, faz parte da natureza humana. Coisa diferente é permitirmos que ela se transforme numa espécie de lixeira ou sarjeta da opinião. Isso não é tolerável nem saudável para a liberdade e para democracia."
Continua o festival de hipocrisia. Quem escreveu este editorial no Diário de Notícias toma-nos a todos por parvos, de certeza absoluta. As caixas de comentários do DN online são um nojo, i.e. em linha com a tal lixeira ou sarjeta da opinião, algo que, como faz questão de lembrar, não é tolerável ou saudável para a liberdade e a democracia. Ou seja, como se está a admitir implicitamente, a direcção editorial do DN tem sido conivente com algo que contribui para degradar a liberdade e a democracia em Portugal. A coisa é tão ridícula que até coloca um disclaimer antes do acesso aos caixotes do lixo. A indignação, portanto, é inconsequente e politicamente correcta, nada mais do que isso. Se a direcção editorial do DN estivesse minimamente preocupada com o lixo que abunda nas caixas de comentários do DN online, se o levasse mesmo a sério, nesse caso já teria tomado medidas. Mas como não são, por regra, os jornalistas que estão na linha da frente a levar com a merda toda em cima a coisa é-lhes relativamente indiferente.

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publicado às 09:06

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Paulo Gorjão. Blogging since 2003, de acordo com a norma ortográfica antiga.

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